Fórum de Governadores da Amazônia Legal lança Estratégia Amazônia 2050 em São Luís

Os debates realizados nas 12 Câmaras Técnicas do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal, em São Luís (MA), nesta segunda-feira, 16, e terça, 17, consolidam uma agenda comum de desenvolvimento sustentável e serviços públicos. A afirmação é do secretário de Estado de Planejamento do Acre, Ricardo Brandão.

Equipe do governo do Acre, liderada pelo governador Gladson Camelí, participou dos debates nas câmaras técnicas do evento. Foto: Diego Gurgel/Secom

A agenda culminou no anúncio, nesta terça-feira, da Estratégia Amazônia 2050, um plano de transformação ecológica focado no protagonismo regional e na melhoria direta da qualidade de vida da população, por meio do desenvolvimento do planejamento estratégico e articulação em bloco.

O evento da capital maranhense, segundo Brandão, “foi marcado pela atuação dos gestores acreanos em todas câmaras técnicas, com discussão de temas cruciais para a região. Nesse aspecto, o objetivo central garante que os estados do Acre, Amazonas, Pará, Maranhão, Roraima, Rondônia e Amapá atuem de forma unificada na defesa de seus interesses perante o Brasil e o mundo”.

Secretário Ricardo Brandão: “Agenda comum de desenvolvimento sustentável e serviços públicos”. Foto Diego Gurgel/Secom

Na área ambiental, o governo do Acre foi representado pelo secretário do Meio Ambiente, Leonardo Carvalho, com foco na preservação e sustentabilidade. Na pasta dos Povos Indígenas, a secretária Francisca Arara reforçou o compromisso com as comunidades tradicionais.

Já nas pastas da Agricultura e Regulação Fundiária (Iteracre), o Acre contou com as contribuições de Edivan Azevedo e Gabriela Câmara, visando à segurança jurídica e ao desenvolvimento rural. Já nos diversos setores da segurança pública, o Estado foi representado pelo secretário adjunto de Segurança, coronel Evandro Bezerra.

O marco Amazônia 2050

O grande destaque da reunião, ainda de acordo com  Ricardo Brandão, foi a implementação do Plano de Transformação Ecológica (Estratégia Amazônia 2050), com discussões que são marcos decisivos para o futuro da região.

“Para os governadores e para as gestões estaduais, o plano não é apenas um documento ambiental, mas um viés de planejamento que busca modernizar os serviços públicos e permitir que o desenvolvimento da região chegue efetivamente ao cidadão e gere melhoria na qualidade de vida, com serviços públicos de qualidade”, disse.

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