Governo Gladson Cameli retoma obras inacabadas da UPA de Cruzeiro do Sul

  • 17 de January de 2019

Com 22 leitos, Unidade de Pronto Atendimento está inacabada, apesar de ter constatado como ‘inaugurada’ na gestão do governo passado.

O Governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano (Seinfra), vai retomar a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cruzeiro do Sul, no Vale do Juruá.

Prevista para ser entregue funcionando, pela administração estadual passada, a UPA foi deixada inacabada, faltando rebocos, pisos e as instalações de portas e tampas do serviço de esgotamento sanitário.

No dia 21 de dezembro do ano passado, o governo anterior anunciava a inauguração do prédio, a um custo de R$ 4,5 milhões, numa contrapartida de R$ 2 milhões do Ministério da Saúde, e o restante, de recursos do próprio Governo do Estado. Mas o que se vê são salas com a alvenaria incompleta, além de outros serviços que não foram devidamente concluídos.

Secretários Thiago Caetano (Obras) e Alysson Bestene (Saúde) em vistoria técnica na UPA de Cruzeiro do Sul (Foto: Secom)

Nesta semana, a unidade foi incluída como obra prioritária do plano de 100 dias do governo Gladson Cameli. Uma vistoria técnica, realizada pelo secretário de Obras, Thiago Caetano, e pelo secretário de Saúde, Alysson Bestene, permitiu aos secretários saber exatamente quanto de serviço deverá ser feito, para que a UPA, realmente, possa receber equipamentos hospitalares, mobiliário e os servidores em saúde.

“Estamos incluindo essa obra como prioritária para os 100 dias de governo porque ela foi inaugurada apenas em tese. Falta muito ainda para o seu funcionamento, algo que será sanado nesses 100 dias”, ressalta Caetano.

Depois de pronta, a UPA de Cruzeiro do Sul terá mais de 2,2 mil metros quadrados com 22 leitos separados para homens, mulheres e crianças, além das salas de observação individual e de urgência.

Quando estiver funcionando, a unidade vai atender, além de Cruzeiro do Sul, a população dos municípios de Mâncio Lima e Rodrigues Alves, no Acre, e de Guajará, no Amazonas, alcançando mais de 120 mil pessoas, segundo estimativa da Secretaria de Estado de Saúde.

 

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