Profissionais do transporte individual de passageiros pedem apoio de Gladson para regulamentar atividade

O plenário aprovou hoje um requerimento de urgência para votar o assunto na próxima terça-feira (31).

O senador Gladson Cameli (PP-AC) recebeu nesta terça-feira (24) lideranças da categoria dos taxistas no Acre e motoristas de veículos que transportam passageiros usando aplicativos de celular. Os profissionais vieram conversar sobre três projetos de lei que regulamentam o transporte privado individual remunerado de passageiros. Os textos estão em análise no Senado Federal.

O senador se comprometeu em buscar alternativas que atendam as reivindicações de ambas as categorias, conversar com os senadores e contribuir com melhorias quando da análise dos projetos em plenário, prevista para a próxima semana. O plenário aprovou hoje um requerimento de urgência para votar o assunto. Na próxima terça-feira (31), os senadores vão analisar o Projeto de Lei da Câmara nº 28/2017, rejeitado na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).

Senador Gladson Cameli levou os taxistas para conhecer o plenário do Senado

“Quero que todos tenham acesso a um emprego digno. Não posso negar meu apoio a uma classe tão sofrida quanto os taxistas, verdadeiros guerreiros em nosso estado. Eles vieram de carro, dirigindo três dias e três noites para acompanhar as discussões dos projetos. Mas também tem outros pais e mães de família envolvidos com o transporte que requerem o uso dos aplicativos. Vamos encontrar uma solução que atenda a todos”, avaliou Gladson Cameli.

Motoristas que usam o aplicativo Uber se reuniram com senador Gladson Cameli no gabinete

O parlamentar acreano disse reconhecer a eficiência do transporte feito por aplicativos, porém defende que os taxistas não sejam prejudicados com as possíveis alterações na legislação. O texto de consenso entre os senadores para votação permite liberdade de concorrência e preços. A maior polêmica é em relação à exigência de que os carros ligados a aplicativos circulem com placas vermelhas, concedidas pelo poder público, o que na prática os transformariam em taxi.

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