Gladson defende desenvolvimento responsável do Acre

Em discurso na tribuna do Senado, o parlamentar acriano também relatou visita do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, a Rio Branco para encontro com produtores locais.

O senador Gladson Cameli (PP-AC) defendeu, nesta quinta-feira, (16), na tribuna do Senado, o apoio do Executivo ao desenvolvimento social, ambiental e econômico responsável do estado do Acre. “Respeitando as pessoas, as famílias, os trabalhadores e empreendedores que fazem o Acre prosperar”, observou.

O parlamentar acriano relatou a visita do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, à capital, Rio Branco, na última segunda-feira (13), para um encontro com produtores locais. “Conversamos sobre o potencial agroindustrial ainda não completamente aproveitado. Embora pequeno, o Acre demonstra grande vitalidade econômica, mesmo neste momento de crise que o Brasil atravessa”, afirmou Cameli.

O senador exibiu números que demonstram o quanto os setores econômicos acrianos têm trabalhado nos últimos anos para contribuir com o crescimento do país. Segundo pesquisa de 2014, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) do Acre ficou entre os cinco que mais cresceram. Gladson também demonstrou estar preocupado com o decréscimo de 20% na balança comercial registrada em 2016.

 

 

Gladson Cameli ainda fez críticas à maneira como o Acre é considerado quando se trata de políticas públicas. "Eu, como um bom acriano, bom amazônida, não vou permitir, ficar calado, enquanto eu estiver nesta Casa, no Senado Federal, porque nós temos praticamente mais de 30 milhões de amazônidas sofrendo com essa política de preservação na Amazônia. Nós não precisamos desmatar, nós não precisamos dar incentivo para o desmatamento, porque o que já está lá dá para produzir e colocar na prática, porque só se fala de Amazônia quando é o momento de dizer preservação. Quando se fala em desenvolver, dar oportunidade de trabalho para os pais de família, ninguém olha para a Região Norte".

“Nós acrianos sofremos na pele a política de ‘florestania’, criada lá atrás e que não deu certo. O crescimento médio do PIB de 1,2% ano sinaliza que o esforço de todos — governo, setor empresarial, industrial, comércio, nossa bancada federal — é valido para ajudar a colocar o estado no trilho do desenvolvimento. Está claro que o Acre pode mais”, afirmou.

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