Gladson Cameli defende novo plano de desenvolvimento para municípios acrianos

Depois de visitar, durante o início do recesso parlamentar mais de nove comunidades isoladas na região do Juruá, entre os municípios de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Rodrigues Alves e Porto Walter, o senador Gladson Cameli (PP-AC) defendeu a construção, em parceria com a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), entre outros órgãos e entidades das esferas estaduais e federais, de um novo plano de desenvolvimento para a região.

“Já passou da hora do Brasil enxergar essas localidades apenas como parte da Amazônia. É preciso um plano que integre definitivamente esses povoados de forma social, econômica e cultural ao restante do país”, disse o senador durante discurso de assinatura da ordem de serviço para a segunda etapa de construção da Praça de Santa Luzia, em Cruzeiro do Sul.

Cameli acrescentou que as dificuldades para manter um bom padrão de vida e o isolamento geográfico, social e político enfrentadas pelas regiões mais isoladas do Acre são alguns dos fatores que motivam sua luta, mas salientou que os problemas detectados na região são velhos, e estão caducos devido a ausência de setores do poder público.

Para tentar amenizar a situação, foi estabelecida uma parceria entre o gabinete do senador com a Associação dos Municípios do Acre (AMAC) e a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), orientando os prefeitos de todo o estado a cadastrar os municípios na busca de recursos federais para programas nas áreas de infraestrutura. Das cidades visitadas na primeira quinzena de recesso, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Mâncio Lima e Rodrigues Alves já foram contempladas com investimentos na área ambiental (Revitalização do Igarapé Preto) e aquisição de máquinas e equipamentos no apoio a agricultura familiar.

Na região de Envira/Tarauacá, onde se concentra a agenda do senador este fim de semana, Cameli tenta vencer as dificuldades de inadimplência dos municípios de Feijó e Manoel Urbano e a partir daí continuar discutindo com seus gestores as prioridades regionais.

“Para Feijó por exemplo, conseguimos R$ 500 mil de recursos extra-orçamentário, porém, a prefeitura não está apta a receber os investimentos. Eu estou fazendo a minha parte, mas a administração municipal precisar estar devidamente preparada para atender os critério de repasses do Governo Federal”, afirmou.

Para não perder os recursos o gabinete do senador está remanejando os projetos e contemplando, independentemente de cor partidária, os municípios aptos a receber dinheiro do Governo Federal. “Eu não vejo bandeira de partido na hora de buscar recursos. Tenho dito que o meu partido são as pessoas. E assim continuaremos nosso trabalho pelo Acre, buscando um futuro melhor para todos”, garantiu o senador.

 
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